Os jovens do zen e o dono da fábrica

.

mil espelhos de ferrugem
empilhamentos ocos
aguardando o balão pivô que
sobe invertido feito mergulhador

atolado de chumbo nos goles
e na pança afundando seus cavalos
sua coroa de locador do céu
porque espelha o senhor calado

o grande parafuso do silêncio
a grande porca sextavada
juntada a outras duas tinindo
o éden da esquizofrenia

casa orgânica rumando seu mangue
de medo e luz – o grande balão
a grande bateria (adão-forçado)
que avança neste podre zero bala

socando socando socando
o velho e novo caminho serpente
rosca comprada onde casou a erosão
e onde (ah, sempre-covarde)

o nosso animal aproveita

.

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